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ARRUDA

Arruda ( Ruta Graveolens) - Erva do arrependimento; foi presenteada a Ulisses por Mercúrio como antídoto para a poção e os encantos de Circe.



A Conotação religiosa e mágica sempre esteve presente na história da Arruda. Ligada a vários ritos africanos, no começo da era cristã era também considerada uma erva santa, e vassourinhas feitas com seus ramos serviam para espargir água benta sobre os fiéis nas missas solenes. Na Idade Média era considerada uma proteção poderosa contra as feiticeiras, e nos tribunais ingleses do século XVII ramos de arruda eram colocados nos bancos para evitar "doenças de cadeira". Os buquês cerimoniais que os ingleses recebem até hoje são uma herança daquela tradição.
É uma planta linda, verde-azulada, com buquezinhos de flores amarelas que aparecem no inverno e enfeitam os jardins quase sem flores nos meses mais frios do ano. Não sei por que poucas pessoas apreciam o aroma forte da arruda, pois é tão agradável e penetrante que parece limpar todo o ambiente. Eu, sempre que posso, misturo arruda nos meus vasos de ervas, que ficam lindos e duram a semana inteira.
Na medicina alternativa já foi usada para tratar todos os tipos de reumatismo, problemas cardíacos, histeria e para melhorar o apetite e a digestão. Tambem serviu para tratar dores de ouvido e vista cansada. mas é abortiva e não pode ser usada por mulheres grávidas. Em grandes quantidades é tóxica e pode causar problemas sérios, como confusão mental, convulsões e violentas dores nos intestinos.
No aspecto mágico a arruda é usada em banhos para combater todos os tipos de mau-olhado. Um chá de arruda ajuda uma pessoa a conhecer seu futuro. Mas tomado em demasia pode até "matar de alegria". Cuidado!!!!!!


É ótima para tratar conjuntivite. Macerar as folhas, acrescentar água fervida ou mineral e passar nos olhos, embebida num chumaço de algodão, várias vezes ao dia.


CAVALINHA

A Cavalinha é um dos seres vivos mais antigos do planeta. É mais antiga ainda do que as baratas que apareceram na Terra há 300 milhões de anos. Data do período Paleozóico, quando bosques inteiros de cavalinha gigante, de até dez metros de altura por dois metros de diâmetro, cobriam enormes extensões de pântanos. Hoje é uma planta curiosa, uma miniatura exata da sua ancestral. É muito bonita, parece um bambuzinho verde bem escuro, que vai brotando sem parar, dentro do canteiro e fora dele! Parece que no Mato Grosso e nas Minas Gerais ainda se pode encontrar cavalinhas com vários metros de altura, mas são quase sempre confundidas com bambus.


Possui um enorme teor de sílica, tão grande que já foi usada para polir metais e madeira, graças ao seu poder abrasivo. Suas cinzas chegam a ter cerca de 80% de sílica, mas este não é o único mineral disponível da planta, que também é rica em cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio e muitos outros.
É uma incrível planta medicinal. Combate a dor de cabeça graças a seu ácido acetilsalicílico (o da aspirina). Pode ser usada em hemorragias internas e externas. Junto com o alecrim forma uma dupla imbatível para equilibrar a pressão e é um dos mais espetaculares chás para as mulheres de mais de quarenta anos, pois repõe no organismo os minerais perdidos juntamente com os hormônios, combatendo eficazmente a osteoporose. Mas é também uma planta tóxica que deve ser usada com cuidado. Nunca esquecer que "tudo o que é demais aborrece". Na Suécia já foi usada na alimentação das vacas com a finalidade específica de aumentar a produção do leite.
Na cosmética, estimula o crescimento dos cabelos e ajuda a combater a caspa. Quando as unhas começam a quebrar ou ficam esbranquiçadas, sinal evidente de falta de cálcio no organismo, quinze dias de chá de cavalinha resolvem o problema. No uso externo, para compressas em úlceras, veias varicosas e ferimentos o chá deve ser bem mais forte, pelo menos o dobro das folhas usadas para beber.
A cavalinha é ainda um dos símbolos da fertilidade feminina. Mulheres que queriam engravidas, ainda no século passado, colocavam vasos com plantas em seus quartos.
A magia também está presente na história da cavalinha. Com ela os pastores construíam pequenas flautas para espantar serpentes e encantar o ser amado....


Suas propriedades adstringentes e diuréticas, auxiliam no tratamento da gonorréia, diarréias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fraturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.

É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.





MANDIOCA

A lenda de Mani foi registrada em 1876, por Couto de Magalhães. Em domínio público, este foi o registro do folclorista:

"Em tempos idos, apareceu grávida a filha dum chefe selvagem, que residia nas imediações do lugar em que está hoje a cidade Santarém. O chefe quis punir no autor da desonra de sua filha a ofensa que sofrera seu orgulho e, para saber quem ele era, empregou debalde rogos, ameaças e por fim castigos severos. Tanto diante dos rogos como diante dos castigos a moça permaneceu inflexível, dizendo que nunca tinha tido relação com homem algum. O chefe tinha deliberado matá-la, quando lhe apareceu em sonho um homem branco que lhe disse que não matasse a moça, porque ela efetivamente era inocente, e não tinha tido relação com homem. Passados os nove meses, ela deu à luz uma menina lindíssima e branca, causando este último fato a surpresa não só da tribo como das nações vizinhas, que vieram visitar a criança, para ver aquela nova e desconhecida raça. A criança, que teve o nome de Mani e que andava e falava precocemente, morreu ao cabo de um ano, sem ter adoecido e sem dar mostras de dor. Foi ela enterrada dentro da própria casa, descobrindo-se e regando-se diariamente a sepultura, segundo o costume do povo. Ao cabo de algum tempo, brotou da cova uma planta que, por ser inteiramente desconhecida, deixaram de arrancar. Cresceu, floresceu e deu frutos. Os pássaros que comeram os frutos se embriagaram, e este fenômeno, desconhecido dos índios, aumentou-lhes a superstição pela planta. A terra afinal fendeu-se, cavaram-na e julgaram reconhecer no fruto que encontraram o corpo de Mani. Comeram-no e assim aprenderam a usar da mandioca."

No Brasil, a raiz tuberosa da mandioca é consumida na forma de farinhas, da qual se faz a farinha de mandioca e tapioca ou, em pedaços cozidos ou fritos. Está presente também no preparo de receitas típicas da Amazônia como o tacacá, o molho tucupí e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.

Dela também são feitas bebidas. Como o cauim (indígena) feito através de fermentação. Por meio de um processo de destilação é produzida uma cachaça ou aguardente de mandioca a tiquira. Possui elevado teor alcoólico. É comum no Estado do Maranhão mas é pouco conhecida no restante do Brasil.

Durante a implantação do Pró-álcool, a mandioca foi estudada como possível alternativa de matéria prima para a produção de etanol.

Dela também se faz outra farinha o polvilho (fécula de mandioca), doce ou azedo, que serve para a preparação de diversas comidas típicas como, o pão de queijo. Apesar de freqüente em países da África e da Ásia, para onde foram levadas pelos colonizadores ibéricos, o hábito de utilizar as folhas da planta para alimentação, no Brasil, só ocorre na região Norte.

Com a Farinha da mandioca preparam-se cataplasmas emolientes que servem para curar abscessos e outras imflamações, assim como papinhas que ajudam a combater disenterias e diarréias, além de serem bastante nutritivas e por isso, recomendadas aos convalescentes, crianças e idosos.

A farinha multimistura é produzida a partir da mistura de farelo de arroz, trigo, milho e aveia torrados, pó de folha de mandioca, batata-doce, chuchu, nozes, castanhas, farinhas e amidos torrados, leite em pó e germe de trigo. A mistura pode ser usada sem alterar o sabor de receitas tradicionais da culinária brasileira.

Além de nutritiva é também ingrediente importante em inúmeras receitas, então aqui vai uma:

Bolinho de mandioca


Bolinho de mandioca inteiro.jpg


Ingredientes:

1 Kg de mandioca
2 gemas
1 colher (sopa) de margarina
Cheiro verde
Sal, pimenta dedo de moça
Recheio
200 g de carne moída
1 cebola grande picadinha
2 dentes de alho amassados
200 g de mussarela ralada (no ralo grosso)
Cheiro verde
Sal e pimenta à gosto
Ovos e farinha de rosca para empanar
óleo para fritar

Mode de preparo:

Cozinhe a mandioca até quase desmanchar, escorra e retire aquelas fibras grossas e amasse com a ajuda de um garfo (não use o processador, pois essa massa é bastante pesada), coloque a massa em uma tigela grande e espere esfriar um pouco, acrescente as duas gemas, a margarina, cheiro verde e temperos, amasse bem e reserve. Para o recheio faça um refogado com a carne moída e deixe que fique bem sequinho, depois de frio acrescente a mussarela ralada.

Montando: molhe as mãos na água e forme os bolinhos, coloque o recheio, feche e empane. Frite em óleo quente. Pode ser congelado, antes de fritar.

tá bom essa não é muito boa pra quem está de regime, certo?

Com fama de calórica, a mandioca costuma ficar longe do nosso prato quando estamos de regime. Ok, a danada tem mesmo culpa no cartório: rica em carboidratos, ela tem 125 calorias em cada 100 gramas. O que você talvez não saiba é que essa raiz é uma das maiores aliadas na luta contra a balança. Estranho? Que nada! A explicação para esse aspecto contraditório é bem simples: como a mandioca tem muita fibra, os carboidratos são transformados em energia beeeem devagarinho. Isso aplaca a fome e regula o intestino, diminuindo drasticamente o inchaço abdominal. É por essas e outras que a mandioca seca a barriga.

O segredo para agilizar a perda de peso é usar a mandioca como substituta de um alimento do mesmo grupo (arroz, pão, batata ou macarrão, por exemplo). O modo de preparo faz diferença na balança - frita não vale! Prefira consumir a raiz cozida e servida com um fio de azeite. É saudável, gostoso e bem mais leve!

Assim ficou bem melhor...agora é só aproveitar os benefícios de alimento de sabor muito agradável.



GNOMOS......EXISTEM MESMO?

Importante: esse post é espetacular, as informações aqui contidas e as ilustrações foram captadas do blog http://www.ideariumperpetuo.com/, produzido por JOSÉ ARAUJO FILHO, trabalho interessantíssimo, muito inteligente e extremamente delicado, fiquei maravilhada quando o vi e não resisti em trazê-lo para cá, agradeço imensamente o Sr. José Araujo Filho por obra tão fascinante com o poder de mudar a visão dos mais incrédulos é simplesmente fantástico.


Vejam que matéria interessante........me chamou a atenção o fato de que temos o fascínio pelo oculto, acreditamos em muitas coisas, bruxos, deuses, santos, figuras mitológicas, e por aí vai, então porque não Gnomos?

No ano de 1200, em Nidaros (atualmente Trondenheim) na Noruega, o sueco Frederik Ugarph encontrou, na casa de um pescador, uma pequena estátua de madeira, medindo 15 cm de altura sem contar o pedestal e tinha gravada as palavras "NISSE RIKTIG STRRELSE" que significa literalmente 'Gnomo, altura real'. Após muitos dias de negociação, Ugarph conseguiu comprar a estátua, que estava em poder da família do pescador havia muitos anos. Atualmente, ela pertence à coleção da família Oliv, de Uppsala, Suécia. Exames radiográficos comprovam que a peça tem mais de 2.000 anos, tendo sido entalhada num pedaço de raiz de uma árvore muito resistente e já extinta. A descoberta dessa estátua parece confirmar aquilo que os próprios Gnomos sempre afirmaram acerca de suas origens escandinavas.
Foi somente após a Grande Migração dos Povos, em 395 d.C. que os gnomos começaram a ser notados nos Países Baixos, provavelmente por volta de 449 d.C., quando o posto avançado dos romanos, na Britânia, caiu frente aos anglo-saxões e aos jutos. Existem evidências a esse respeito numa carta escrita por um sargento romano aposentado chamado Publius Octavus. Ele permaneceu em Lugdunum (atualmente Leiden, na Holanda) onde se casou com uma moça local e passou a viver em uma propriedade adquirida nos arredores da cidade. Nessa carta datada de 470 d.C., ele escreveu: Eu tive a oportunidade de ver, com meus próprios olhos, uma criatura minúscula. Ele usava chapéu vermelho e uma camisa azul. Ele tinha uma barba branca e calças esverdeadas e disse que vivia nessas terras há vinte anos. Ele fala nossa língua, misturada com algumas palavras estranhas. Desde então eu tenho conversado com ele muitas vezes. Ele disse descender de uma raça chamada Kuwalden, uma palavra completamente desconhecida, e que havia apenas alguns poucos deles no mundo. Ele gosta muito de beber leite. Por muitas vezes eu o vi curando animais doentes nas pradarias.
É curioso notar que o sentido exato do termo kuba-walda, em linguagem germânica antiga significa "administrador do lugar".
Em seu livro escrito em 1580, o escritor Wunderlich menciona que naquela época os gnomos tinham estabelecido uma sociedade sem qualquer diferença de classes, que já se mantinha por mais de mil anos. À exceção do próprio rei, escolhido pelo povo, não existiam gnomos pobres ou ricos, inferiores ou superiores.
Existem indícios de narrativas da tradição oral, entre os europeus, de que até por volta do ano 600-650 d.C., os gnomos eram parte integrante da sociedade, mantendo um relacionamento discreto, porém freqüente, com os humanos.
Um achado espetacular foi feito em 1800, em Pennince a leste de Lancashire, Inglaterra, onde foram encontradas centenas de ferramentas diminutas, tendo três centímetros de tamanhos e confeccionadas de forma perfeita, algumas com detalhes que só podiam ser vistos com o auxílio de uma lupa. O achado foi considerado tão desconcertante, que sem maiores explicações os especialistas rotularam de "aparatos provavelmente utilizados em rituais". Mas, porque teriam que ser tão perfeitos e tão pequenos ? Isso ninguém sabia explicar !
Na Escócia, ao final do Século 19, um grupo de pesquisadores descobriu uma pequena escada esculpida na rocha, contendo degraus de 2,0 cm de altura. Após seguir por uma trilha particularmente difícil, seguindo a escada rochosa, depararam-se com uma pequena necrópole contendo minúsculos ataúdes e, em seus interiores, pequeníssimos restos de corpos muito semelhantes aos humanos. Após o entusiasmo e publicidade iniciais sobre esse achado, algumas pesquisas foram realizadas, o assunto foi esquecido e hoje o que restam são relatos na imprensa da época.

Em 1932, nas montanhas San Pedro no estado americano de Wyoming (EUA), dois garimpeiros chamados Cecil Mann e Frank Carr encontraram uma múmia medindo 35 cm. Especialistas do Museo Americano de História Natural e do Departamento de Antropologia da Universidade de Harvard atestaram que a múmia era genuína e concluíram tratar-se de uma pessoa com idade aproximada de 65 anos. Os índios das Nações Shoshonees e Crows, nativos que habitam as redondezas onde ocorreu o achado, falam, nas lendas e folclore da tradição oral de suas tribos, sobre uma raça de pessoas pequenas, que vivia na região, chamada por eles de Nimerigar .


O alquimista suíço Paracelso, em sua obra 'Tratado sobre os Elementais' publicada em 1566, parece ter sido o primeiro a cunhar o termo gnomus, derivado de gnose (conhecimento), querendo indicar que esses seres diminutos e simpáticos eram possuidores de muitos conhecimentos.
Para Rudolf Steiner (1861-1925), fundador da Antroposofia, introdutor do Sistema Biodinâmico de Agricultura, e criador do famoso método Wardolf de Educação, a importância dos Gnomos na manutenção e renovação do meio ambiente, especialmente o solo, é um fato concreto e não mera retórica de fundo mítico. Nesse aspecto, ele proferiu muitas palestras sobre a importância dessas criaturas.


e tem muito mais....como eles viviam, estrutura de sociedade.......


Gnomos são seres minúsculos, com estatura variando entre 10-15 cm. Vivem até idades em torno dos 400 anos. São bastante ativos, muito inteligentes e curiosos. São alegres, bem humorados e quando não estão nos momentos de tarefas diárias, preferem passar o tempo em brincadeiras, conversas ou longos passeios pelas redondezas. Particularmente lhes chama atenção nossas tecnologias, invenções e estilos de vida, embora eles mesmos sejam afeitos à vida simples, o que faz com que praticamente não mudem sua própria maneira de viver. Vivem em pequenas comunidades, construindo suas casas no subsolo.

Temos muito o que aprender com os Gnomos. Muitas das coisas com eles já aprendemos: os segredos da fermentação, o feitio de queijos e iogurtes, como cultivar cogumelos e quais cogumelos, nós humanos, devemos evitar. Como extrair mel das colméias e como cuidar do solo. A ciência das ervas medicinais ou como fazer certas ferramentas . . . Isso, desde muitos anos, quando éramos simples como eles e podíamos compartilhar uma saudável associação. Hoje estamos devastando o meio ambiente, derrubando árvores centenárias, para cultivo de pasto para gado, não para tirar-lhes o leite, bondosa dádiva, mas para em algum momento, trair-lhes a amizade cortando-lhes o pescoço e comendo-lhes as entranhas. Estamos poluindo os rios, os lagos e os riachos. Estamos fazendo sangrar a Mãe Terra, humilhando sua Natureza. Envergonhamos nossos pequenos e gentis amiguinhos, mostrando-lhes o que temos de pior, o desprezo e o ódio até para conosco. Deixamos de ser uma família e para alguns nem somos da mesma raça !
Estamos cada vez mais empurrando essas simpáticas criaturas para mais longe de nós. Nada mais natural, visto que estamos cada vez mais distantes de nós mesmos.


Refletindo sobre o assunto o que vemos nada mais é que uma lição de vida.

PARA RELAXAR.....

Bom...como nas últimas postagens falei mais sobre o lado científico de algumas plantas, resolvi hoje falar sobre como especiais podem ser, e dessa forma tento mostrar aos mais céticos o poder imenso que elas teem e a capacidade de transformação que creio eu esta matéria traduz ...
Plantas: os segredos e o sagrado
Desde o descobrimento de Backster até inúmeras constatações experimentais, sabemos que as plantas sentem, pensam, ouvem, memorizam, ficam felizes ou tristes, sentem prazer, medo ou dor e imitam,,, No reino das plantas existe uma variedade incontável. Dentre todas as espécies, as orquídeas são consideradas as mais evoluídas. E têm uma incrível capacidade de imitar. E COMO ELAS IMITAM . . . ! ! !

As orquídeas fazem truques incríveis para atrair um inseto e fazê-lo completar a polinização. Charles Darwin, inclusive, dedicou muito de seu tempo pesquisando sobre esses processos e escreveu um livro sobre a reprodução das orquídeas.
Existe um gênero de orquídeas, chamado Orphrys que imitam a fêmea de um besouro com tal perfeição, chegando ao requinte de produzir o feronômio expelido pela fêmea durante o curto período de acasalamento. O macho pode sentir o cheiro a quilômetros de distância. Ao tentar se acasalar com a falsa fêmea, acaba recolhendo as políneas em suas antenas depositando-as no estigma (órgão feminino da flor) polinizando a flor que logo produzirá um fruto (útero) que, repleto de sementes, ao abrir-se soltará uma nuvem dessas sementes que originarão milhares de novas plantas. Imaginem isso ! Uma flor sintetiza o feronômio de um inseto com um propósito bem específico ! ! !






Notem os pelos em volta do labelo da flor, imitando os pelos da fêmea do besouro.

Existe também um gênero de orquídeas denominado Dracula (dragão em latim). Originárias da floresta amazônica especialmente da Colômbia, Equador e Venezuela, em altitudes que variam entre o nível do Rio Amazonas (onde neste nível também ocorrem algumas espécies no Brasil) até altitudes superiores aos dois mil metros em floresta tropical úmida coberta por neblina. A semelhança entre as flores e macacos não é mera coincidência; existem, nesses habitats, algumas espécies desses animais que dividem com as orquídeas as mesmas árvores, os mesmos troncos, os mesmos galhos. A semelhança com esses pequenos animais é estonteante. Apenas não está claro, ainda, com que objetivo essas orquídeas os imitam.




As plantas respondem de imediato às vibrações do ambiente em que se encontram. Freqüentemente não resistem à presença de pessoas invejosas, maldosas ou ambientes em desarmonia. Nesses casos definham e até morrem. Chamamos a essa influência “olho de seca pimenta”, uma expressão por demais conhecida em nosso país.
Plantas e ervas são largamente utilizadas na Fitoterapia, tratamento médico que se serve de seus princípios ativos para o combate de determinadas doenças. Muitas culturas do passado reconheciam as plantas como seres vivos, dotadas de sensibilidade e as respeitavam pelos seus poderes energéticos e curativos.

Bem vindos

OLÁ





Meu objetivo com o blog é levar até as pessoas conhecimentos sobre o uso das plantas como meio de melhorar a nossa saúde e bem estar, coisas que eu aprendi ao longo do tempo, uso e desfruto.


Tudo começou quando há muitos anos tive um problema de inflamação no joelho e relutante com o uso de antibióticos e antinflamatórios optei por um tratamento alternativo, a fitoterapia....


A partir daí começei a estudar as plantas dado o sucesso rápido e eficaz do chá que tomei.


Então, minha experiencia é que me traz aqui. Espero encontrar muitas pessoas para dividir esse conhecimento e é claro troca-los tambem.





Gostaria de falar de algumas plantas com as quais mais me identifico e que tenho pesquisado, hoje uma das minhas preferidas o "ALECRIM", espero que gostem pois alem de muito eficiente é linda e perfumada....vejam o que é o Alecrim.......





ALECRIM DO CAMPO



NOME CIENTÍFICO: ROSMARINUS OFFICINALIS

CURIOSIDADES: Muitos povos têm certeza de que a planta só floresce no jardim do homem justo e piedoso. Outros que só fica viçosa quando quem manda na casa é a mulher. São estimulantes da memória, os estudantes gregos tinham o hábito de entrelaçar ramos em seus cabelos quando estudavam para os exames. Símbolo da amizade, porque as pessoas que o usam sempre se lembram dos amigos. Acredita-se que o famoso “Néctar dos Deuses” era mel de alecrim.

USO MEDICINAL : Tônico cardíaco, dores de cabeça, fantástico para os rins, equilibra a pressão arterial, depressão, alivia dores reumáticas e auxilia na digestão, cansaço físico e mental, celulite, colesterol, azia e insônia.

NA COZINHA : Usado em todas as carnes brancas, perus, carneiros e frangos, peixes, batatas, omeletes, molhos, etc...

NA COSMÉTICA : Têm super poderes que embelezam e rejuvenescem os cabelos, rosto e corpo, atua como anti rugas, evita celulite. O vinagre restabelece o PH natural dos cabelos e da pele. É ligeiramente adstringente, e o resultado e uma cabeleira brilhante e uma pele macia e rosada. O óleo pode ser usado depois do banho ou como condicionador dos cabelos.

ASPECTO MÁGICO : Usado debaixo do travesseiro pode afastar os maus sonhos. Antigamente os jovens costumavam passear com um ramo de alecrim nas mãos para tocar com ele na pessoa amada e Ter seu amor para sempre. É a erva da juventude e da alegria de viver. Conta a história que a Rainha da Hungria, Dona Isabela, com 72 anos, quase não podia mais andar por causa do reumatismo, quando recebeu das mãos de um anjo disfarçado de ermitão a receita de um remédio que usou durante um ano e recuperou a saúde e a beleza, ficando com uma aparência tão boa que o jovem rei da Polônia quis casar-se com ela, é a famosa “Água da Rainha da Hungria”.